terça-feira, 14 de abril de 2009

Olá Associação Ponte Margem, descobrimos este video e achámos pertinente colocar aqui:


3 comentários:

Isabel disse...

Olá Quatre-Vents, estava a espreitar as novidades do vosso blogue e vejo agora esta surpresa que partilharam também aqui na nossa oficina! Esta questão que passa no filme, a diversidade e multiplicidade de formas e expressões - que a vida partilha com a arte -, é também importante para pensarmos a discriminação social, não é? Um dos aspectos que me chamou mais a atenção foi a escolha dos poemas. Não sei se deram conta (não é muito claro no filme), são declamados dois poemas seguidos: "Urgentemente" de Eugénio de Andrade (Fundão, 1923-2005) foi publicado em 1956 no livro Até Amanhã. Logo a seguir ouvimos o poema "Não posso adiar o amor" de António Ramos Rosa (Faro, 1924), publicado em 1960 no livro Viagem Através duma Nebulosa. Gosto muito de descobrir as palavras destes dois poetas! Ambos os poemas foram escritos num período em que não se podiam exprimir e publicar livremente ideias em Portugal, havia um policiamento de palavras e gestos. Estes poemas falam-nos também dessa urgência de liberdade e da necessidade de quebrar o silêncio e de não adiar o coração...

Isabel disse...

... e hoje ouvimos e lemos estas palavras e acrescentamos também linhas de sentido, que são sugeridas pela própria experiência de leitura e de vida, pois claro!

Quatre-Vents disse...

Nós reparámos que colocaram alguns links interessantes para pesquisa...

Algumas do distrito de Coimbra desconhecíamos que tinham site na internet e por isso nos será muito útil.